Champagne

Com o passar dos anos, o Champagne virou a bebida das celebrações e sinônimo de status. Prova disso é sua presença recorrente em programas televisivos, nas mãos das celebridades.

Curiosamente, a bebida é constantemente confundida com o espumante, mas há diferenças entre elas. Na verdade, todo Champagne é espumante, mas nem todo espumante é Champagne.

Para ser considerado um Champagne, a bebida tem de ser feita obrigatoriamente na província francesa de mesmo nome, localizada no nordeste francês.

Além disso, espumantes podem ser produzidos com uma variedade maior de uvas, enquanto o Champagne deve ser fabricado com três tipos: a Pinot Noir (dá aroma frutal, estrutura e a cor dourada típica), a Chardonnay (fornece aroma floral, frutal e amanteigado) e Pinot Meunier (estrutura a bebida).

Outro fato que diferencia o espumante do Champagne é o processo de fermentação, que envolve o dióxido de carbono responsável pelas borbulhas da bebida.

No caso do Champagne, a obtenção do dióxido de carbono é necessariamente feita dentro da própria garrafa, método conhecido como Champenoise. Já um espumante pode ser fabricado tanto por este método como pelo Charmat, que produz dióxido de carbono fora da garrafa.

O Champagne é uma bebida suave e refrescante. Devido à sua acidez, é tradicionalmente servida como aperitivo, pois são estimulantes de apetite. Acompanha bem petiscos, pratos leves ligeiramente temperados e sobremesas.

Dentre as clássicas marcas que fabricam o Champagne está a Moët & Chandon, que produz a bebida desde 1869, a Veuve Clicquot e a Deutz, que possuem uma longa lista de admiradores aqui no Brasil.

Por Sonoma Brasil

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