Hambúrguer com “refri”? Não, com vinho!

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Hambúrguer com “refri”? Não, com vinho!

Ele pode ser pesado, gorduroso ou qualquer outra coisa, mas quem resiste a um suculento hambúrguer vez ou outra?

Ele pode ser pesado, gorduroso ou qualquer outra coisa, mas quem resiste a um suculento hambúrguer vez ou outra?

Para acompanhar, refrigerante é a primeira coisa que vem à cabeça. Os mais festeiros já puxam uma cerveja. Há também os que preferem pedir água, talvez para tirar o peso das calorias da consciência. Mas engana-se quem pensa que essas são as únicas combinações para o “sanduba”. Já pensou em harmonizar com um bom vinho?

Foi-se o tempo em que os hambúrgueres se resumiam a duas fatias de pão, uma de carne, queijo, tomate e alface. Quanto mais ingredientes entram na brincadeira (já vi até com trufas e foie gras), mais fácil fica casá-los com brancos, tintos e rosés.

Ficou com vontade?

A fórmula é a mesma: deve-se levar em conta o tipo de carne utilizado e os ingredientes que compõem a receita para poder contrastar e equilibrar os sabores. Sanduíches leves (com frango, peixe, legumes ou vegetais) casam com vinhos suaves e frutados (brancos e espumantes são ótimas opções), enquanto os mais gordurosos e suculentos pedem um tinto mais complexo e encorpado.

Além disso, certa vez um amigo me disse que a acidez do catchup vai muito bem com vinhos doces ou com bastante presença de frutas. Como não sou muito fã do molho, nunca testei, mas vale a dica.

Tente em casa

Para não deixá-lo só pensando no hambúrguer, aí vai uma ótima receita do restaurante paulistano Ritz, uma das minhas opções favoritas quando o assunto é hambúrguer. O nome do sanduíche é Jubileu Burger e leva queijo emmental, rúcula e molho apimentado. Potente, experimente com um vinho de boa acidez, que traga algo de especiarias ou sabores mais terrosos.

Por Rafa dos Santos

Harmoniza com esta matéria: tudo, só depende do hambúrguer!

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