Servindo vinhos: paixão à segunda vista?

Servindo vinhos: paixão à segunda vista?

Há diferença entre se apaixonar por um vinho e apenas beber um vinho. O Sonoma te explica por quê.

Há diferença entre se apaixonar por um vinho e apenas beber um vinho. Entenda melhor.

Todas essas regras podem parecer chatas e sem fundamento, mas saiba que podem ser a diferença entre se apaixonar por um vinho ou achá-lo “normal”.

O vinho é uma bebida complexa, não? Passa por fermentação, envelhece, tem taninos, retrogosto, notas frutais… é muita coisa! E porque você pensou que ele seria simples de ser servido? Desista da ideia de colocá-lo no primeiro copo que encontrar no armário! As taças de vinho podem não ser baratas, mas têm sua função.


Para André Porto, professor do curso de Sommelier, do Centro Europeu, em Curitiba, o erro mais comum e que deve ser banido é o de servir vinhos e espumantes em taças inapropriadas. “São várias as atitudes que podem melhorar o serviço de um vinho, mas pequenos detalhes fazem a diferença: é importante observar a temperatura em que o vinho está sendo servido e utilizar taças apropriadas quando servir vinhos ou espumante”, esclarece.

Um dos protocolos do serviço de vinhos que gera dúvidas, mas deve ser mantido – até para a saúde de quem bebe – é cheirar o vinho: quando o garçom abre a garrafa e coloca uma pequena quantidade na taça para que você sinta o aroma, ele faz isso para verificar a sanidade do vinho. “O exame olfativo pode identificar alguns defeitos mais comuns como o avinagrado, oxidado ou ‘bouchonné’ – termo usado quando a rolha foi contaminada por um fungo – sem a necessidade de colocá-lo na boca, o que protege o paladar do degustador”, ressalta Porto. A contaminação da rolha nem sempre é percebida ao abrir a garrafa, mas torna o vinho impróprio para o consumo.

E as taças? A regra para saber qual usar com cada tipo de vinho é: quanto mais corpo o vinho tem, mais bojo a taça deve ter. Os espumantes e frisantes pedem taças mais finas, para conservar as bolhas. Já para os vinhos com mais taninos, a indicação é um copo de grande volume e borda estreita.Taças “curingas” são uma boa pedida para evitar confusões – por serem menores, com borda estreita e menor volume, intensificam e ressaltam as características do vinho. Para manter o calor da mão longe do bojo e não aquecer o vinho, segure a taça sempre pela haste.

A temperatura também influencia no sabor do vinho: se ele está muito quente, os sabores e aromas são ocultos pela evaporação do álcool; muito gelado, anestesia as papilas gustativas e os aromas se fecham. Anote as temperaturas corretas: vinhos brancos devem ser servidos entre 7ºC e 10ºC, os vinhos de sobremesa, entre 6ºC e 12ºC, os rosados entre 6ºC e 12ºC, e os tintos entre 15ºC e 22ºC.

“Minha dica é que você beba os vinhos que realmente gosta, colocando seu gosto pessoal em primeiro lugar, mas deixando sempre a mente aberta para descobrir novos sabores, portanto, nada de preconceitos”, destaca Porto, lembrando que beber vinhos deve ser, acima de tudo, um momento de prazer.

Por Sonoma Brasil

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