Vale Central do Chile

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Vale Central do Chile – Anfiteatro de Plantações

Quinto maior exportador mundial de vinhos, o Chile está hoje entre os dez maiores produtores da bebida, em especial pelos vinhedos do Vale Central.
Enquanto o estreito país apresenta características contrastantes em seus 4.270 quilômetros de extensão, como salares, montanhas, vulcões, desertos e geleiras, no Vale Central outras particularidades, aliadas à produção tradicional, tornam o lugar especial.

Entre a Cordilheira dos Andes e a Cordilheira da Costa, o Vale Central do Chile é um verdadeiro anfiteatro de plantações separadas em vários vales.

Os vales, por sua vez, têm características próprias, ditadas pela proximidade das águas do Oceano Pacífico e seus ventos frios, ou pela influência dos Andes, tornando cada um deles o berçário ideal para o cultivo de tipos diferentes de uvas.

Essas condições climáticas do Vale Central começaram a ser aproveitadas pela vitivinicultura no final no XIX, quando imigrantes gauleses deixaram a França para se instalar no Chile e começar a produção.

Foi nessa época também que chegaram a Cabernet Sauvignon, a Merlot, a Chardonnay, a Carignan, a Cinsault e a Carménère. Esta última, por exemplo, tem destaque de qualidade no Vale do Maule, a maior zona produtora do Vale Central e do Chile.

No Maipo, outra região do Vale Central, mais da metade da produção é de Carbernet Sauvignon, onde o Rio Maipo regula a temperatura e fornece a água que irriga as cepas, com suas raízes profundas que chegam até o solo rochoso, passando até pela superfície de argila aluvial.

A Cabernet Sauvignon vem também da região de Colchagua, no Vale de Rapel, onde o solo tem baixa atividade freática, é bastante rochoso e, combinado com a grande amplitude térmica, favorece uvas de sabor maduro e profundo.

Neste vale, há ainda a zona produtora de Cachapoal, cujo solo e clima são bem diferentes – assim como sua produção.

Outra área que merece destaque no Vale Central é o Curicó, mais ao sul. Apesar da localização, Curió não é a região mais fria, pois a Cordilheira da Costa é tão alta que barra os ventos frios.

No clima quente e úmido, os vinhedos de Carménère ganham destaque, desabrochando tão perfeitamente que são famosos no mundo inteiro. De lá saem garrafas para mais de 70 países.

Por Sonoma Brasil

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