A razão de pontuar os vinhos

A razão de pontuar os vinhos

A razão de pontuar os vinhos

Beber um vinho é muito mais do que isso. Há critérios que vão além do paladar. O Sonoma te apresenta!

Beber um vinho é muito mais que isso. Há critérios que vão além do paladar.

De estrelas a taças, todos os grandes críticos de vinhos criaram sistemas próprios de pontuação para falar dos rótulos: se são bons, muito bons, ou simplesmente fantásticos. Essa classificação alterou o modo de fazer vinho e, inclusive, o preço dos produtos. Entenda alguns dos critérios utilizados para esse cálculo.

Tudo começou com Robert Parker, o crítico norte-americano, e seu famigerado sistema de 100 pontos. Os vinhos do sul do Rhône tornaram-se estrelas depois da paixão arrebatadora que acometeu Parker, e com isso, seus preços subiram e os rótulos ganharam o status de “vinhos-celebridades”.

A avaliação de um vinho é dividida em quatro partes: visual, olfativa, gustativa e final. A visual é o primeiro contato com o vinho, quando ele é servido na taça. Também é o momento em que se pode observar se há algum problema. A olfativa diz respeito aos aromas do vinho, tanto sua qualidade quanto complexidade. Os quesitos gustativos abrangem o trio acidez-adstringência-álcool, entre outros pontos. A parte final classifica a persistência do sabor na boca.

Os aspectos visuais do vinho são a limpidez e a transparência. Quanto mais límpido e transparente, mais alta a pontuação nesses quesitos. Vinhos turvos podem ser defeituosos. A cor também é julgada nesse quesito, mas as notas são mais subjetivas. Para sentir – e classificar – os aromas do vinho, eles devem ser sentidos antes e depois de analisar a cor. Os adjetivos Floral, Frutado ou Vegetal remetem ao conjunto de aromas, mas também são analisados a duração e quantidade de diferentes aromas na taça, por exemplo.

Quando a avaliação chega aos quesitos gustativos, açúcares, acidez, álcool, taninos e corpo são os principais critérios considerados – e pontuados. A análise também inclui o conjunto do vinho, como quanto tempo seu sabor dura na boca ou o equilíbrio de todos os fatores. E depois de engolir o vinho, qual a sensação? Essa é a avaliação final. É nessa parte que se percebe o “fim de boca” ou “retrogosto”, muito comentado por críticos.

E agora, que tal pontuar sua próxima garrafa? Não esqueça de ser sincero em todos os pontos…

Por Sonoma Brasil

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